15ª Mostra de Música de Câmara | Londrina 2026
2º Encontro Internacional de Intérpretes de Música de Câmara
de 16 a 24 de maio

O 2º Encontro Internacional de Intérpretes está chegando dentro da programação da 15ª Mostra de Música de Câmara.
De 16 a 24 de maio Londrina recebe artistas de renome internacional para uma imersão em música de câmara. Serão recitais, master classes e oficinas no Teatro Villa Rica, Teatro Ouro Verde, AML Cultural e Estúdio Plugue.
A programação dos recitais traz obras de Debussy, Mozart, Beethoven, Dvořák, Enescu e Montsalvatge, com direção artística de Cristian Budu e coordenação de Irina Ratcheva.
PROGRAMAÇÃO
Concertos
16/05 - 20h | Teatro Villa Rica | R$20 e R$10
Entre Tradições - Concerto de Abertura
2º Encontro Internacional de Intérpretes
Enescu, Debussy, Montsalvatge e Beethoven
17/05 - 20h | Teatro Villa Rica | R$20 e R$10
Concerto 'Um Conto em Música'
Johann Sebastian Bach, Astor Piazzolla, Dvořák, Alban Berg, Robert Schumann, Manuel Ponce, Camille Saint-Saëns e Arvo Pärt
20/05 - 19h30 | Plugue Estúdio | Gratuito
Sarau do 2º Encontro Internacional de Intérpretes
22/05 - 20h | Teatro Ouro Verde | R$20 e R$10
Concerto 'Encontro de Grandes Obras: Mozart e Dvořák'
24/05 - 11h | Teatro Villa Rica | R$20 e R$10
Concerto 'De Bach a Beatles' com Solistas de Londrina
Bach, Boccherini, Warlok, Bartók e Beatle
Programação Formativa
17/05 - 10h às 12h
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Oficina prática de escuta e afinação com Laiana Oliveira
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Masterclass de piano com Cristian Budu
Espaço Villa Rica | Gratuito
18/05 - 19h
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Masterclass violino com Rachell Ellen Wong e Nikolau Ratchev
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Masterclass de violoncelo com Bruno Lima
AML Cultural | Gratuito
Patrocínio: Prefeitura de Londrina/ Secretaria Municipal de Cultura (PROMIC) e Unimed Londrina. Apoios: CODEL, Espaço Villa Rica, ACIL Londrina, Crystal Palace Hotel, UEL FM, CBN Londrina, Folha de Londrina, Casa de Cultura da UEL, Projeto C‘alma Chamber, Biblioteca Pública de Londrina, Plugue Estúdio, Bravino, Dá Licença. Realização: Artis Colegium.
16.MAIO / 20h (sábado) — Teatro Villa Rica

Entre a arquitetura clássica e a liberdade expressiva do século XX, este programa percorre diferentes modos de pensar a música de câmara.
Em Ludwig van Beethoven, a forma se expande com equilíbrio e amplitude; em Claude Debussy, torna-se fluida, marcada pela cor e pela sugestão. George Enescu explora a delicadeza da miniatura vocal, enquanto Xavier Montsalvatge amplia o horizonte sonoro ao incorporar ritmos e imaginários afro-caribenhos.
Mais do que um percurso histórico, o concerto propõe uma escuta em transformação — da estrutura à cor, da tradição à abertura, revelando a música de câmara como um espaço de encontro entre diferentes sensibilidades.
Claude Debussy compôs sua Sonata para violino em sol menor, L. 140, em 1917. Foi sua última composição e constitui a terceira parte de um ciclo de seis sonatas que pretendia escrever para instrumentos solistas e piano (as anteriores são a sonata para violoncelo, L. 135, e a sonata para flauta, viola e harpa, L. 137).
A obra se destaca por sua concisão: uma execução típica dura cerca de 13 minutos. A estreia ocorreu em 5 de maio de 1917 e marcou a última apresentação pública de Debussy, que atuou ao piano ao lado do violinista Gaston Poulet.
GEORGE ENESCU (1881–1955)
7 Chansons de Clément Marot, op 15
Estrenne moy
Si jamais je te tiens
Pour ce que Plaisance est morte
Jamais je ne fus si aise
Languir me fais
Adieu mes amours
Présent de couleur blanche
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CLAUDE DEBUSSY (1862–1918)
Sonata para Violino e Piano em Sol menor, L.140
Allegro vivo - Intermède: Fantasque et léger - Finale: Très animé
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XAVIER MONTSALVATGE (1912–2002)
Cinco canções negras
Cuba dentro de un piano - Moderato
Punto de habanera - Allegretto
Chévere - Allegro
Canción de cuna para dormir a un negrito - Andante
Canto negro - Allegro
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LUDWIG VAN BEETHOVEN (1770–1827)
Trio em SI♭ maior,op. 97 — “ARQUIDUQUE”
Allegro moderato
Scherzo: Allegro - Trio
Andante cantabile ma però con moto(tema e variações)
Allegro moderato
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17.MAIO / 20h (domingo) — Teatro Villa Rica

Inspirado no conto “O Príncipe Feliz”, de Oscar Wilde, este espetáculo propõe um encontro sensível entre música e palavra, configurando-se como uma experiência cênico-musical em que a narrativa não apenas acompanha, mas ressignifica o discurso sonoro.
A obra de Wilde revela, sob a forma de fábula, uma profunda reflexão sobre a condição humana, deslocando o olhar do esplendor material para a escuta da dor do outro. Nesse contexto, o espetáculo se constrói como um campo de diálogo entre som, silêncio e palavra, onde a música amplia afetos e a narração se integra à tessitura sonora como elemento expressivo.
O percurso musical espelha a trajetória do príncipe — da opulência à entrega —, conduzindo o público por diferentes paisagens emocionais. Mais do que ilustrar a história, a música instaura atmosferas que convidam à escuta atenta e à construção de imagens interiores. Ao final, emerge um outro tipo de brilho — invisível, porém essencial — que se manifesta no gesto de dar.
Assim, o espetáculo propõe não apenas uma experiência estética, mas também um convite à reflexão: o que permanece quando tudo aquilo que reluz desaparece?
ROBERT SCHUMANN(1810–1856)
Kinderszenen, Op.15 - I.Von fremden Ländern und Menschen
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ANTONÍN DVOŘÁK (1841–1904)
Terzetto em Dó maior, op. 74, B. 148 - I. Allegro moderato
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JOHANN SEBASTIAN BACH (1685–1750)
Erbarme dich, mein Gott, da Matthäus-Passion, BWV 244
(Tem piedade de mim, meu Deus, da Paixão segundo São Mateus)
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EDWARD ELGAR ( 1857 - 1934)
Salut d'amour, Op.12
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ALBAN BERG (1885–1935)
Die Nachtigall
(O Rouxinol, de Sete Canções de Juventude)
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ARVO PÄRT(1935– )
Spiegel im Spiegel (Espelho no espelho)
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CAMILLE SAINT-SAËNS (1835–1921)
Le Cygne
(O Cisne, de O Carnaval dos Animais)
20.MAIO / 19h30 (quarta-feira) — Plugue Estúdio

A ideia principal do sarau é que público e músicos se sintam “em casa”, apreciando música e, quem sabe, um copo de vinho, da maneira mais natural possível. O sarau é um convite à proximidade.Mais do que um concerto, é um encontro.Em contraposição à experiência tradicional de ir ao teatro para assistir a um concerto formal, no “Sarau” a proposta é que o público se sinta convidado à “casa dos músicos”, podendo vivenciar de perto uma apresentação intimista, espontânea e acolhedora.
O ambiente é propício ao máximo de interação: além de poder conversar com os artistas, o público é guiado por breves contextualizações sobre cada obra interpretada, aprofundando a escuta e a apreciação. O repertório é surpresa, revelado pelos próprios músicos ao longo do encontro.
Para esta edição, o sarau será realizado no mesmo espaço onde acontecem os ensaios , no Plugue Estúdio, cuja ampla sala de estar proporciona um ambiente acolhedor, favorecendo a proximidade entre artistas, público e música.
Os artistas apresentam, comentam e conduzem a escuta do público de forma direta e acolhedora. A música nasce ali, sem distância, sem formalidade excessiva , somente como experiência compartilhada.
FRANZ SCHUBERT (1797–1828)
Sonata para Arpeggione e Piano em Lá menor, D. 821- I.mov.
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FRÉDÉRIC CHOPIN (1810–1849)
Prelúdios, op. 28 - seleção
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GIUSEPPE TARTINI(1692–1770)
Sonata em sol menor, “Trillo del Diavolo” - III.mov.
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MANOEL PONCI
Estrellita
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MONTI
Czardas
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BRUNO LIMA
Peça autoral
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SERGEI RACHMANINOFF (1873–1943)
Vocalise, op. 34, n.º 14
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ASTOR PIAZZOLLA (1921–1992)
Milonga
Primavera Porteña - piano trio
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ANTONÍN DVOŘÁK (1841–1904)
Trio “Dumky” em Mi menor, op. 90 - II. e IV. mov.
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FRANZ SCHUBERT (1797–1828)
Quinteto “A Truta” em Lá maior, D. 667, I. mov.
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22.MAIO / 20h (sexta-feira) — Teatro Ouro Verde

No concerto do dia 22 de maio, a culminância do Encontro Internacional, teremos um repertório festivo com obras de compositores que transitaram com notável naturalidade entre o lírico e o dançante. São autores que souberam transformar temas de grande beleza em obras de grande dimensão expressiva, capazes de soar familiares mesmo à primeira escuta.
O Concerto assume um caráter assumidamente celebrativo, reunindo obras de forte apelo expressivo e comunicativo. A escrita elegante de Mozart e a riqueza melódica de Dvořák conduzem o público por um programa vibrante, que marca o ápice artístico do Encontro.
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WOLFGANG AMADEUS MOZART (1756–1791)
Sonata para violino e piano em Si bemol maior, KV 378
Allegro
Adagio
Rondeau: Allegro
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ANTONÍN DVOŘÁK (1841–1904)
Quinteto para piano n.º 2 em Lá maior, op. 81 (1887)
Allegro, ma non tanto
Dumka: Andante con moto
Scherzo (Furiant): Molto vivace
Finale: Allegro
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24.MAIO / 11h (domingo) — Espaço Villa Rica

DE BACH a BEATLES - Celebração 25 anos Solistas de Londrina
Como extensão do Encontro Internacional de Intérpretes, o festival apresenta um momento especial: o Concerto de celebração de 25 anos da Orquestra de Câmara Solistas de Londrina, no dia 24 de maio. O programa percorre diferentes períodos da música, da obra de Johann Sebastian Bach à elegância clássica de Luigi Boccherini, passando por peças do século XX, como mo a Capriol Suite, de Peter Warlock, e as Danças Folclóricas Romenas, de Béla Bartók. O concerto se encerra com arranjos de Leo Brouwer sobre canções dos The Beatles, aproximando a música popular da tradição de concerto. Mais do que celebrar uma trajetória, o programa reafirma a música como uma linguagem viva, capaz de conectar diferentes tempos e estilos.
A apresentação , sob direção musical do Maestro Evgueni Ratchev, traz como solista , violonista Natanael Fonseca, músico da orquestra, promovendo o encontro entre duas linguagens musicais distintas, mas surpreendentemente próximas em sua essência.
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JOHANN SEBASTIAN BACH (1685–1750)
Aria da Orchestral Suite no. 3 em Ré maior, bwv 1068
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LUIGI BOCCHERINI (1743–1805)
String Quintet em Mi maior, Op. 11 no 5 - Minuetto
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PETER WARLOCK (1894–1930)
Capriol Suite
Basse Danse - Pavan - Tordion
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FOLCLORE E MODERNIDADE - BÉLA BARTÓK (1881–1945)
Romanian Folk Dances
Jocul cu bâtă - Brâu - Buciumeana - Poarga românească - Mărunțel
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LEO BROUWER (1939)
FROM YESTERDAY TO PENNY LANE
Eleanor Rigby
Yesterday
She is living home
Aticket to ride
Got to get into my life
Here, there and everywhere
Penny Lane
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Solista: NATANAEL FONSECA / VIOLÃO

Orquestra de Câmara Solistas de Londrina
Criada em 1998, a Orquestra de Câmara “Solistas de Londrina” tem direção musical do violinista e maestro Evgueni Ratchev.
Em duas décadas foram inúmeras apresentações em festivais nacionais e internacionais, concertos memoráveis ao lado de artistas consagrados


